Eleições no Corinthians, pré-candidato Sérgio Janikian abre o jogo sobre suspensão da reforma do Estatuto e direito a voto do Fiel Torcedor


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Sérgio Janikian analisa os bastidores políticos do Corinthians e defende critérios claros para a democratização do voto nas próximas eleições do clube.

O cenário político do Corinthians para as Eleições de 2026 segue movimentado. Em entrevista exclusiva ao Plantão Meu Timão, o atual conselheiro e pré-candidato à presidência, Sérgio Janikian, comentou os recentes impasses envolvendo a reforma do Estatuto do clube.

O foco principal da conversa foi a suspensão da Assembleia Geral, que deveria votar alterações importantes no regimento interno. O debate, que envolve temas cruciais para o futuro corinthiano, foi interrompido por uma decisão do Tribunal de Justiça de São Paulo.

Conforme informações divulgadas pelo portal Meu Timão, o pré-candidato busca esclarecer sua posição sobre a disputa política nos bastidores e a viabilidade do voto para o Fiel Torcedor no processo eleitoral.

O impasse jurídico na reforma do Estatuto

Janikian afirmou que a suspensão da Assembleia, provocada por um grupo de conselheiros, não significa necessariamente uma oposição às melhorias, mas sim uma preocupação com o processo. Segundo o pré-candidato, existe um erro na forma como a votação foi estruturada.

O conselheiro explicou que, após a rejeição do texto-base em reuniões anteriores do Conselho Deliberativo, os destaques que dependiam desse texto perderam sua segurança jurídica. Para ele, o importante é que a reforma ocorra dentro das normas legais.

O direito ao voto do Fiel Torcedor

Um dos pontos mais aguardados da reforma é a possível inclusão do Fiel Torcedor no colégio eleitoral. Janikian classifica a ideia como salutar e necessária, mas faz um alerta importante sobre a necessidade de critérios bem definidos para evitar riscos ao clube.

O pré-candidato ressalta que, sem regras claras de carência e participação, existe o medo de que estruturas danosas ocupem a gestão. Ele defende que o modelo seja democrático, mas que proteja o patrimônio e a estabilidade do Corinthians a longo prazo.

Relembrando o episódio do presente de Deus

Durante a entrevista, o pré-candidato também falou sobre a famosa declaração de 2015, quando chamou o Guaraní, do Paraguai, de presente de Deus antes de uma eliminação na Libertadores. Ele garantiu que não houve maldade em sua fala na época.

Hoje, Janikian encara o apelido de Serginho de Deus com leveza e bom humor. Ele acredita que o futebol precisa ser tratado com menos tensão e que o episódio serve como aprendizado sobre a forma como a política e a comunicação funcionam no Parque São Jorge.

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