Eleições no Corinthians: Rozallah Santoro detalha rompimento com Chapa 82 e planos para a presidência do clube em 2026

Rozallah Santoro revela detalhes exclusivos sobre sua saída do Movimento Corinthians Grande e os bastidores das eleições no Corinthians que movimentam o clube
O cenário das eleições no Corinthians ganhou um novo capítulo importante nos últimos dias. Rozallah Santoro, conselheiro trienal e pré-candidato ao cargo máximo do clube, abriu o jogo sobre a sua saída do Movimento Corinthians Grande (MCG), a tradicional Chapa 82.
A decisão, que ocorreu em agosto deste ano, marca uma mudança significativa na configuração política do Parque São Jorge. O movimento, que historicamente se posicionou como uma via de oposição e profissionalização, vive agora um momento de fragmentação interna.
As informações sobre os bastidores dessa ruptura foram detalhadas em entrevista ao portal Meu Timão, conforme reportado pelo veículo especializado em notícias do clube.
Divergências internas e a busca pelo DNA original
Segundo Santoro, o motivo central da cisão foi a mudança no perfil do grupo ao longo do tempo. O pré-candidato afirmou que o MCG nasceu com o propósito de propor uma gestão profissional, focada em governança e decisões técnicas, algo que teria se perdido com o crescimento da chapa.
O conselheiro ressaltou que, na sua visão, o movimento acabou se dividindo entre um corpo mais técnico, que o acompanhou na saída, e uma ala mais política e fisiológica, que optou por permanecer na estrutura original da Chapa 82.
A relação com as eleições anteriores e o futuro do MCG
O histórico do grupo é marcado por apoios a diversas candidaturas, como Felipe Ezabella, Mário Gobbi e, mais recentemente, Augusto Melo. Santoro destacou que a tentativa de definir um candidato próprio através de prévias foi frustrada pela falta de diálogo entre os membros.
A situação se agravou com a inclinação da maior parte da chapa em apoiar Sérgio Janikian. Diante da falta de abertura para debater uma candidatura própria, Santoro e outros integrantes, incluindo Felipe Ezabella, decidiram seguir caminhos separados para construir um projeto independente.
Expectativas para o pleito de novembro
Com o prazo de inscrição de chapas se encerrando no dia 15 de outubro, o clima no Parque São Jorge é de contagem regressiva. Rozallah Santoro mantém cautela sobre os nomes que comporão sua gestão, mas confirmou que já possui lideranças definidas para áreas estratégicas.
Entre os nomes citados como possíveis aliados está o de José Mansur Farhat, o Zezinho, figura histórica do clube. As eleições no Corinthians estão marcadas para o dia 28 de novembro, definindo os rumos da Diretoria Executiva e do Conselho Trienal para o próximo triênio.
O compromisso com a profissionalização do clube
O pré-candidato reforçou que, apesar das dificuldades recentes, seu compromisso permanece com a transformação da gestão corinthiana. A busca por um modelo técnico de administração, que foi a gênese do Movimento Corinthians Grande, continua sendo a principal bandeira de sua campanha.
Para Santoro, o momento é de olhar para frente e consolidar um grupo que compartilhe dos mesmos valores. O foco agora é garantir que as propostas de governança ganhem força antes do pleito que definirá o futuro do Timão nos próximos anos.



