Corinthians enfrenta tabu contra árbitro Alexis Herrera no jogo decisivo contra o Rosario Central na Libertadores

O Corinthians encara um desafio extra nesta quinta-feira, além da pressão natural de um jogo de mata-mata decisivo pela Libertadores da América.
O clube paulista entra em campo na Neo Química Arena, às 21h30, diante do Rosario Central, precisando reverter não apenas o placar, mas um histórico negativo que preocupa a torcida alvinegra.
O retrospecto do time com o árbitro escalado para o confronto é de cem por cento de derrotas, um dado que coloca Alexis Herrera sob os holofotes antes mesmo da bola rolar.
Conforme informações divulgadas sobre o histórico da arbitragem, o Corinthians nunca venceu e sequer marcou gols quando o venezuelano esteve no comando da partida.
Um histórico de dificuldades contra o árbitro
A relação entre o Corinthians e Alexis Herrera começou em 2020, durante a pré-Libertadores, quando a equipe foi derrotada pelo Guaraní por 1 a 0. Apesar da vitória no jogo de volta, o Timão acabou eliminado pelo critério do gol fora de casa.
Três anos depois, o reencontro ocorreu na fase de grupos, em uma derrota por 3 a 0 para o Independiente del Valle, resultado que marcou a despedida precoce do clube na competição continental naquele ano.
Polêmicas e tabus recentes
O último encontro com o árbitro aconteceu em 2026, contra o Platense, na Neo Química Arena. Na ocasião, o Corinthians perdeu por 2 a 0, com um pênalti assinalado contra a equipe após toque de mão de Rodrigo Garro dentro da área.
O árbitro já distribuiu seis cartões amarelos para atletas do Timão ao longo desses três confrontos, além de ter marcado penalidade máxima desfavorável ao clube em momentos cruciais das partidas disputadas.
A escala de arbitragem para a decisão
Para o duelo desta quinta-feira, a Conmebol definiu que Alexis Herrera será auxiliado por Lubin Torrealba e Antoni García nas bandeiras. O papel de quarto árbitro será exercido por Rony Cueva.
A responsabilidade pelo VAR, fundamental para evitar erros que prejudiquem o espetáculo, ficará a cargo de Nicolas Gallo. O Corinthians espera que, desta vez, o fator casa e o apoio da torcida ajudem a quebrar esse tabu histórico.



