Emily Lima celebra reforços na zaga do Corinthians e justifica estratégia de improvisação nas laterais após críticas


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A treinadora Emily Lima comemora a volta de zagueiras fundamentais ao elenco do Corinthians enquanto esclarece os motivos por trás das adaptações táticas nas laterais da equipe.

O Corinthians vive um momento de renovação e otimismo no seu setor defensivo. Após a goleada por 4 a 0 sobre o Vitória, que devolveu a liderança do Brasileirão Feminino ao clube, a equipe celebrou o retorno de duas peças importantes que estavam entregues ao departamento médico.

As zagueiras Thaís Regina e Agustina voltaram a ficar à disposição da comissão técnica. O retorno das atletas é visto como um passo essencial para aumentar a competitividade interna do grupo e oferecer mais opções para o restante da temporada, conforme informação divulgada pela Rádio Coringão.

A seguir, entenda como a técnica Emily Lima está gerindo o elenco, lidando com lesões e adaptando jogadoras para manter o padrão vencedor do clube alvinegro em campo.

O retorno das zagueiras ao elenco alvinegro

A situação das defensoras era delicada. Thaís Regina, por exemplo, sofreu uma fratura na fíbula do tornozelo esquerdo durante um treino antes da viagem para Londres, ficando sete meses afastada. Já Agustina enfrentava uma lesão na panturrilha esquerda que sofreu idas e vindas na recuperação.

Emily Lima destacou a força das atletas. Segundo a treinadora, são meninas muito trabalhadoras que mereciam estar em campo. A técnica ressaltou que o retorno é fundamental para o grupo, especialmente diante da necessidade de controlar a carga física das jogadoras ao longo do ano.

A estratégia de improvisação nas laterais

Um dos pontos mais comentados pela torcida é a improvisação nas laterais. Com um elenco curto para essas funções, Emily recorreu a nomes como Ivana Fuso na direita e Rhaizza na esquerda. A treinadora defendeu sua postura diante das limitações encontradas no grupo.

A comandante explicou que, ao chegar ao clube, encontrou um cenário restrito. Com apenas uma lateral-direita de ofício e duas veteranas na esquerda, a técnica precisou ser criativa. Ela afirmou que, se uma jogadora importante se machuca, o treinador precisa achar uma solução rápida.

Ivana Fuso e a adaptação na lateral direita

A titularidade de Ivana Fuso, que é meia de origem, foi detalhada pela treinadora. Emily busca características como força, velocidade e técnica em suas laterais. Como a concorrência no meio-campo é alta, a adaptação de Ivana surgiu como uma oportunidade estratégica.

A técnica enfatizou que não pode deixar jogadoras em zonas de conforto. Ao testar Ivana na lateral, ela busca ganhar uma nova opção tática. A dedicação da atleta em aprender a nova função tem sido um ponto positivo muito valorizado pela comissão técnica do Corinthians.

O desafio de Rhaizza no setor esquerdo

Para a lateral esquerda, a estratégia foi conversar com Rhaizza. Com a ausência de Tamires em momentos pontuais e a necessidade de preservar Juliete, a treinadora buscou o histórico da atleta no Bahia. O objetivo é manter a profundidade do time mesmo com os desfalques.

Emily reforçou que a responsabilidade pelas escolhas é da comissão técnica e que as atletas aceitaram o desafio com maturidade. O Corinthians agora se prepara para o clássico contra o Palmeiras, nesta quarta-feira, às 19h, na Arena Barueri, pelo Campeonato Paulista.

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