Corinthians mantém tabu histórico na Argentina e busca quebrar jejum em mata-mata da Libertadores na Neo Química Arena


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O Corinthians segue sem saber o que é vencer um time argentino como visitante em jogos de mata-mata pela Libertadores, um desafio que persiste há décadas.

A equipe alvinegra voltou a campo na última quinta-feira para enfrentar o Rosario Central, no estádio Gigante de Arroyito. O duelo terminou empatado em 0 a 0, mantendo vivo um tabu que acompanha o clube em suas participações no torneio continental.

Este confronto específico marcou o 16º embate do Corinthians contra times argentinos atuando fora do Brasil em fases eliminatórias. O resultado de igualdade no placar, conforme informações divulgadas pelo portal especializado em esportes, reforça a dificuldade histórica do clube em solo estrangeiro.

Agora, o foco total do elenco corinthiano se volta para a partida de volta, que definirá o futuro da equipe na competição. O clima de decisão promete agitar a torcida na Neo Química Arena, onde o time espera finalmente superar o adversário.

Um retrospecto que desafia o Timão

Os números mostram que o Corinthians tem encontrado grandes dificuldades em solo argentino. Ao longo de 16 confrontos de mata-mata fora de casa contra equipes locais, o clube soma 11 derrotas e apenas cinco empates, sem registrar uma única vitória sequer.

Considerando exclusivamente a Libertadores, o histórico aponta três empates e cinco reveses. Esse cenário coloca uma pressão extra sobre os comandados da equipe, que precisam encontrar formas de furar o bloqueio defensivo dos rivais argentinos quando jogam longe de seus domínios.

A busca pela classificação em casa

Apesar do tabu, a esperança da torcida segue intacta para o jogo de volta. O confronto está marcado para a próxima quinta-feira, às 21h30, na Neo Química Arena, onde o Corinthians contará com o apoio massivo de sua torcida para buscar a vaga.

Um novo empate, independentemente do placar, levará a decisão para a disputa de pênaltis. O clube do Parque São Jorge trabalha com o objetivo de melhorar seu retrospecto geral contra times argentinos, que hoje apresenta 36% de aproveitamento, com seis vitórias, nove empates e dez derrotas.

Memórias de confrontos passados

O histórico contra o Rosario Central traz lembranças de 2000, quando o Corinthians perdeu por 3 a 2 na Argentina, mas conseguiu reverter o resultado no Pacaembu e avançar nos pênaltis. Naquela campanha, o time ainda superou o Atlético Mineiro nas quartas de final.

Mais recentemente, em 2024, o clube também esteve na Argentina para enfrentar o Racing, pela Copa Sul-Americana. Após um empate em casa, o Corinthians acabou derrotado por 2 a 1 fora, encerrando sua participação naquela competição de forma amarga.

Preparação intensiva para a decisão

A comissão técnica entende a importância de quebrar esse ciclo negativo em mata-matas. O elenco tem realizado treinos focados na correção de erros apresentados no Gigante de Arroyito, visando maior eficiência no setor ofensivo para o duelo decisivo.

A partida na Neo Química Arena é vista como o momento ideal para o Corinthians provar sua força. Com o apoio das arquibancadas, a equipe busca a vitória que não apenas garantiria a classificação, mas também traria confiança para a sequência da temporada.

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